Nossa memória é uma gaveta cheia de grandes momentos. A melhor maneira de relembrar estes, é registrá-los neste livro on - line e compartilhá-los com nossos companheiros. Criando assim momentos de grande prazer e cultura.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A morte



AOS MEUS DOZE ANOS ACONTECEU UMA MORTE EM MINHA FAMÍLIA.
MINHA TIA MATERNA, ACABOU FALECENDO POR PROBLEMA DO CORAÇÃO, E O PIOR,NEM PUDE ME DESPEDIR,T IVE DE FICAR EM CASA PORQUE MEUS PAIS QUERIAM TRAZER DE CAÇADOR MEU TIO E MINHA PRIMA IRMÃ.
BEM, NO FIM ELES NÃO VIERAM E NÃO FUI VÊ-LA PELA ÚLTIMA VEZ.
ISSO DÓI MUITO ATÉ HOJE, AGORA SINTO MUITAS SAUDADES DELA. JÁ FAZ DOIS ANOS E ALGUNS MESES QUE ISTO ACONTECEU.
MAS SEI, UM DIA VOU ENCONTRAR OS QUE PERDI OU AINDA VOU PERDER.

Marlise Alves dos Santos

Quando cai de bicicleta



Quando era pequena, eu e minhas primas caímos de bicicleta lá perto da casa do meu tio na praia do Grant.
Todas nós queríamos andar de bicicleta, então minha mãe falou, que poderiam andar, era só ir uma de cada vez.
A Luana foi a primeira, tudo certo, era a segunda na hora de ir, desci aquele morro com toda velocidade, quando cheguei na metade surgiu uma pedra do nada, fui tentar pular por cima, quase me matei, só por Deus mesmo, me ralei toda.
Em seguida com a kathleem aconteceu a mesma coisa que tinha acontecido comigo, mas o rosto dela ficou mais inchado.
Depois dessa queda nunca mais andei.

Flávia Krause da Silva

Minha infância


Quando era menor caí de bicicleta, me machuquei muito, e é sobre isso que irei falar nessa redação.
Estava andando de bike na rua em frente a minha casa, minha mãe me chamou dizendo que iria sair e disse que era para mim ficar em casa com meus irmãos esperando-a chegar.
Meus irmãos estavam distraídos, peguei-a e fiquei andando um bom tempo, até eles sentirem minha falta e procurarem por tudo, de repente gritaram pelo meu nome, olhei para trás, no caminho tinha uma pedra e eu não tinha visto, acabei caindo.
Depois de algum tempo mamãe chegou viu que estava com febre alta, sangrando bastante, não fui para o hospital apenas recebi cuidados dela, que ficou bastante preocupada com meu estado.
E essa é uma das lembranças da minha infância.

Thalyssa Oliveira bittencourt

Minhas Lembranças


Em dezembro, eu e meu tio, fomos pescar num açude de um amigo dele.
Fomos para lá já era de tardezinha, chegamos e a primeira coisa que fomos fazer foi procurar minhoca, no começo estava meio difícil de achar, mas depois encontramos um lugar cheio delas. Depois de ter tudo pronto para começar a pescaria, tivemos que entrar dentro de um chiqueirinho, que ficava a beira do açude, ali ficamos quase 30 minutos sem pegar nenhum peixe, até que meu tio pegou uma traira, depois disso conseguimos pegar mais.
No final conseguimos quatro peixes, mas foi muito legal e com certeza nunca mais vou esquecer desse passeio.

Lucas Marcos

O passeio


Vou começar contando o passeio que fiz aos três anos de idade, à praia de Barra do Sul, visitar minha vovó e meus parentes.
Chegando lá pela manhã deixamos as coisas na casa.
Trocamos de roupa, as coisas na casa e fomos ver o mar. Brinquei a tarde toda na água , fiz castelo de areia etc. Ao anoitecer dormimos.
Fiquei duas semanas e ao término desta viagem viemos para casa.
Foi um encontro em família bem aproveitado.

Vanessa de Oliveira

Recordações Incríveis





Bem, da minha infância tenho inúmeras lembranças, mais irei falar de uma virada de ano incrível, e minha primeira comunhão.
A lembrança que jamais esquecerei foi na virada de ano de dois mil e sete para dois mil e oito. O motivo disso ser marcante, é que foi a primeira vez que passei na praia. Outro motivo foi que passei com as pessoas que mais amo. Alugamos uma casa na praia de Enseada, dividindo com doze pessoas. Foi incrível, com fogos de artifício, shows, bebidas, amigos, pais, tias, avó, irmão, primas e claro Deus. Logo após voltamos a residência, desejamos um feliz ano novo a todos.
Algo que também jamais esquecerei, foi minha primeira comunhão. Como o padre falou a verdadeira festa é dentro da igreja, assim você estará mais perto de Deus, e ainda mais em um momento tão especial como este. Chegando em casa o fotógrafo já estava tirando fotos minhas e dos meus famíliares. A festa foi incrível tanto na igreja como em casa.
Em resumo as minhas lembranças são ótimas, claro que tenho recordações ruins, mais prefiro não lembrar.

Thaynara Boettcher

O natal


Nesse texto eu Lucas Guimarães,vou falar de um momento muito especial na minha vida .
O natal do ano passado foi bom, teve presentes, amigo secreto ,e a janta em família. Semanas antes tiramos o papel da brincadeira, depois de tirar o papel, saímos para comprar os presentes, eu, meu pai, minha mãe e meu irmão, depois dos presentes comprados estava tudo certo.
O dia natalino foi lá em casa, com a presença de avós , primos, tio, tia entre outros, antes do amigo secreto foi feita uma homenagem a minha tia que fazia aniversário no dia vinte e cinco de dezembro, depois fizemos a revelação, presentes, revelações e muita alegria.
E todos nós jantamos, assistimos TV, e um clipe.
E pra mim foi um natal especial, porque a família estava toda reunida.

Lucas Guimarães

Inesquecível



Inesquecível

No dia vinte sete de novembro estava ocorrendo tudo normal para mim, fui à aula, voltei, almocei, fiz a tarefa e fui brincar junto com a minha vizinha Fernanda, brincamos a tarde toda.
Já era final da tarde, minha amiga teve a idéia de chamar mais pessoas, nisso acabamos chamando outras quatro vizinhos: Bruna, Bruno, Amanda e Eduardo.
Brincamos de pega-pega, era a vez da Amanda assumir o cargo de correr atrás de nós.
Era sete e quinze da noite, minha mãe me chama para entrar, porque tinha que sair e não queria que ficasse fora, disse que já estava indo, mas acabei desobedecendo, resultado acabei ficando.
Era mais ou menos oito da horas da noite, era vez do Eduardo pegar, ele era o melhor. Bruna e eu, corremos para traz do carro, ele ameaçou de ir para um lado e foi para o outro. Minha amiga saiu correndo e eu também, mas olhando para traz e acabei não vendo uma carretinha de carro, na hora que bati nele, começou a fazer uma espécie de bola no meu pé, a Fernanda saiu correndo para chamar meu pai.
Fui direto para o hospital. Chegado lá, acabou a luz e ficamos trinta minutos. Logo após fui atendida, o médio me disse que tinha quebrado o pé, nisso coloquei a tala e o gesso. Chegando em casa minha mãe viu o que tinha acontecido, na hora queria me bater, mas acabou compreendendo.

Isabel Maria Rasia

Brincadeiras de criança


Engraçado como de repente relembramos de momentos tão prazerosos.
Nesta semana veio a minha memória as coisas boas da infância: de brincar sem se preocupar com absolutamente nada, como ficamos felizes com tão pouco, de como falamos tudo o que vem a nossa cabeça...
Mas há uma lembrança que me traz uma sensação muito gostosa, as brincadeiras. Confesso que não tenho uma boa memória, mas o que nunca esqueço é de quando saia de casa e em frente a porta, me reunia com meus brinquedos e deixava minha imaginação solta para criar várias situações, e alegrar-me com cada nova ideia, que para mim eram geniais.
Agora, repensando toda essa época, me sinto com uma imensa vontade de reviver tudo novamente. Pena que passa rápido...Lembranças!

Ana Paula Barauna

A viagem que não deu certo



Desde muito pequena sempre guardo várias lembranças da minha vida, sendo elas boas ou ruins, mesmo com o passar do tempo algumas tenho a impressão de que aconteceram a pouco tempo atrás.
Uma das coisas que ainda me lembro muito bem, é minha viagem com a família para Vila Da Glória, que aconteceu no mês de outubro de dois mil e oito. Alguns dias antes desta viagem, meu primo que trabalha na Gidion conseguiu alugar um ônibus de viagem para ir toda a família, mas para chegar na Vila da Glória teríamos que atravessar um pequeno rio, de balsa. Chegando, um moço que estava por lá, nos avisou que ela não poderia funcionar por algum tempo, pois tinha alguns erros. Como queríamos muito ir, resolvemos ir por terra firme, dando a volta pelo Paraná, e assim seguimos viagem.
Quando passamos em frente ao enorme cemitério, o ônibus em que estávamos atolou. Todos nós ficamos aflitos com a situação, então minha tia teve a idéia de ligar para o corpo de bombeiros, e para piorar todos os celulares estavam fora de área, mas felizmente passou um trator e nos ajudou, e assim continuamos a viajem. Um pouco mais a frente a chuva começou a piorar, e recebemos a notícia que a ponte que tínhamos que passar tinha quebrado, então resolvemos voltar.
A volta foi bem mais tranqüila, minha família resolveu ir para minha casa, e passamos o final do dia rindo das situações que passamos.

Aline da Silva

Viagem ao Paraná


Quando fomos viajar para o Paraná, estava eu e meus pais e meus irmãos Sérgio e Jocemar que era o motorista.
Saímos de Joinville 1:35 da tarde passando por várias estradas. Passando pelo trilho do trem que faz divisa de Santa catarina com Paraná.
Quando faltava uns 125 KM para chegarmos lá pedimos informação em uma casa que lá estavam fazendo festa. Então ele responde: tem que virar essa esquina e seguir reto, daqui uns 3km vai haver uma avenida, passando ela vai pro viaduto e pega a Br em sentido Pato Branco
Pegamos Br a saímos perto de Pato Branco e fomos cair em Beltrão, após em Dois Vizinhos e lá que começou o desespero as estradas cheias de buracos e com uma tempestade no meio do mato.
Depois começou a estrada boa, meu irmão Jocemar foi passar um carro na Br e não viu o carro na pista contrária vir quase eles se batem só que tinha acostamento. Chegando lá fomos jantar já era duas horas da manhã e eu nem jantei fui reto pera cama deitar.
No dia seguinte acordei estava chovendo dando uns pancadões com raios fortes. Já no outro dia fomos embora o passeio foi bom e voltamos alegres.

Robson Rufatto

A viagem



Irei falar sobre a viajem que eu e minha família fizemos para ao Paraná, para visitar um parente que fazia tempo que não víamos.
Na viajem saímos daqui de Joinville pelas sete da manhã e chegamos lá em Curitiba lá pelas onze horas, achei interessante que vi onde meu pai morou na sua infância.
Quando chegamos lá conversamos, nos cumprimentamos e fomos almoçar, depois do almoço os adultos voltaram a conversar e lavar a louça e as crianças foram ver televisão e no computador, mais tarde fui jogar bola.
Chegou o final da tarde e voltamos para Joinville.

Rafael Bertoldo Breis

Machucados na minha vida.



Quando era pequena caí e só por Deus não quebrei nenhum dente, e também arrastei a perna no arame farpado, vou explicar melhor estas histórias.
Estava brincando com o meu vizinho e o meu irmão de pega-pega, e lá em casa tinha uma mureta, corri para perto dela e quando fui sair dali esqueci o chinelo, voltei para pegá-lo, cai mureta abaixo, chorei muito, mas minha mãe disse que por um milagre não quebrei nenhum dente.
Quando arrastei a perna no arame farpado estava brincado de correr, fiquei de costa para ele e quando virei para ir para outro lugar me arrastei nele, fui ao médico e ele receitou um remédio, mais ainda tenho a cicatriz.
Os dois já passaram faz tempo, mas me lembro como se fosse ontem, só que agora estou bem e tento não me machucar mais.

Polyana Benk

O PARQUE



Meu nome é Maryane e vou falar de um parque que fica na Barra do Sul.
Eu e minha família fomos no parque. Quando nós chegamos nem sabíamos o que fazer. Então fiz algo de bom! Meus primos Luciano e Jefersone eu fomos no brinquedo mais assustador de lá, mas antes fomos nos outros brinquedos, não era tão aterrorizante como a latinha verde.
Convidei-os pra ir na latinha verde, eles não queriam, mas insisti até o último, até que acabaram indo. Paramos na frente do brinquedo, ficamos de boca aberta em ver as pessoas saindo de dentro dele. Quando vi me deu medo, meu pai disse:
-Vai entrar?
Respondi: porque não?
Entramos, colocamos o cinto mesmo assim fiquei com medo. O brinquedo começou a agir e nisso deu início a música. Luciano
me chamou e começou a chorar, e o Jeferson querendo vomitar. Começamos a orar pro brinquedo parar. Ele parou, nós saímos e fomos para casa dormir e sonhar com nosso passeio!

Maryane Rúbya Martins

Lembranças de criança...


Existem certas coisas que jamais deverão ser mexidas.
Quando era pequena com mais ou menos quatro anos de idade, uma fase onde tudo é visto como coisas de brincar e colocamos na boca, minha mãe estava na varanda de casa até que vi uma caixa de balinhas. Só em minhas visão eram balinhas, porque na verdade aquela caixa era de remédios, resolvi pegar e comer. Quando minha mãe entrou tentou tirar o que ainda não tinha engolido e me colocou no carro indo direto para o hospital, onde me fizeram uma lavagem e tiraram por uma mangueira todos os comprimidos que tinha engolido, o sofrimento foi grande e até hoje tenho rejeição a certos tipos de medicamentos.
Essa é uma das lembranças de crianças que infelizmente tenho até hoje.

Larissa Rautenbergh

O CAIAQUE


Meus primos e eu fomos à praia andar de caiaque.
Chegando lá, montamos o guarda-sol e fomos alugar dois caiaques, um para duas pessoas e outro para uma.
Saímos em direção a ilha do grande, mas veio uma onda e encheu o caiaque do meu primo, joguei um dos remos para ele e outro barco nos rebocou até a praia.

João Budal

Os melhores dias!



O cheiro da chuva faz lembrar-me de quando era menor.
Certo dia, minha prima e eu estavamos brincando e de repente acabou a luz. Como não tinha do que brincar, e a chuva era constante, resolvemos tomar banho de chuva.
No princípio a água estava fria, mas com o tempo nos acostumamos. Brincamos de pega-pega, pular corda e outras brincadeiras. De repente minha prima começou a espirrar.
Tivemos que entrar! Pena porque estava muito bom!
Logo no outro dia deu um lindo sol. Resolvemos ir para o sítio logo cedo, chegando lá avistamos o nosso nôno! Durante o dia ele nos contou várias histórias de quando era criança, eram muito divertidas.
O dia passou rápido!
É, essas foram as melhores lembranças da minha infância.

Ingreth Paula Seither

Uma visita inesquecível!


Na minha infância eu ia muito para São Francisco.
Adorava ir para lá, pois as minhas tias de lá eram, muito engraçadas. Na última vez em que eu e a minha família decidimos ir lá novamente descobrimos que uma delas estava muito doente.
Tinha apenas 5 anos mas me lembro direitinho.
Ficamos lá 3 meses,mas foi só sofrimento.Gostava muito dela e não podia ir vê-la pois eu era muito pequena e não poderia entrar no hospital.Estava muito brava quando a minha mãe chegou de lá e disse:
_Filha,a tia Luci quer te ver!
_Mas vou poder entrar?
_Vai sim!-Disse ela.
_Ooobaa!!!
Fui direto me arrumar.
Ao entrar no hospital ela já estava dormindo,por isso só dei um abraço nela e voltei.
Após duas semanas ela morreu e isso vou me lembrar a vida toda.

Iara Gonçalves

Oacidente


Quando eu tinha 8 anos de idade, meu pai trabalhava com transporte
um dia aconteceu um acidente com meu pai de caminhão.
Numa sexta-feira meu pai tinha ido trabalhar e eu fui á escola.
Quando cheguei em casa fui almoçar, meu pai não tinha chegado, era duas horas da tarde e ele ainda não estava em casa ainda. Minha mãe ficou preocupada, ligou para ele, mas o celular estava fora de área. O tempo passou, já eram sete horas e trinta minutos da noite e nada, eu estava assistindo televisão, quando começou o jornal da RBS. Passou sobre um acidente envolvendo um caminhão, um ônibus e um carro. A mulher que apresentava o jornal disse que a pessoa que dirigia o carro de marca Cadet furou o sinal vermelho e bateu em um caminhão , depois no ônibus e morreu. O caminhão era da firma que meu pai trabalhava. Eu nem dei importância, passando-se algumas horas meu pai chegou todo machucado e com um dos braços deslocado por causa do acidente.
Depois que ele chegou deu mais detalhes, disse que no caminhão estavam em três, o motorista, meu pai e o ajudante. A porta do ajudante se abriu com a batida, o ajudante foi arremessado para fora, mas meu pai segurou ele com tanta força que acabou deslocando o braço. Também disse que o motorista do carro furou o sinal bateu no caminhão e depois no onibus, ligaram para os para-médicos que levaram todos para o hospital.
Após pouco tempo o chefe do meu pai foi busca-lo no hospital, depois de alguns dias ninguém se lembrava do acidente. Após um ano meu pai foi promovido a conferente, só trabalha de noite. Eles se recuperaram do acidente e vivem tranquilos.

Eduardo Machado

Minhas Lembranças



Irei falar sobre uma lembrança que tive de quando fui para o jardim e não tinha aula.
Como era de costume, meu pai me levava todo dia de manhã. Uma vez os professores falaram que não teria aula, mas esqueci e fui, só depois que a servente falou que não havia. Tive que esperar até o final da manhã para me buscarem.
Chegando em casa falei que tinha corrido tudo normal.

Eduardo Hartmann